Ficar, namorar e casar para ter raiva do outro


Essa história de "vida a dois" tem inúmeras variáveis ​​tornando-se um processo bastante complicado. Mas, se tentarmos compreendê-lo a partir de alguns fatos pode-se facilitar o entendimento sobre o que ocorre no momento. O que é o que é o que você precisa? Por exemplo: somos animais mamíferos, por conseguinte, procuramos por motivo amoroso tem como objetivo básico fundamental para reprodução da espécie e da proteção da prole. Nós, animais-humanos, somos assim, gostamos de transar, paquerar, examina novos parceiros e patrimônio acumular. Inventamos o divórcio e o contrato temporário, acreditamos no amor eterno; mas, sem fundo mesmo,

Várias pesquisas científicas têm demonstrado que o ser humano continua se casando ao longo dos tempos apesar de aumentar o número de divórcios e independentemente da cultura ou crença, continuamos procurando o parceiro amoroso. É óbvio que Equi algumas exceções de pessoas que por convicção permanecem solteiras, e, nem mesmo têm conflitos ou traumas por isso; Outros, infelizmente, não são bem assim e são suas próprias razões. Mas estes são uma minoria e, por ora. Não é isso o que é pra trás, mas não é o que quer que seja.

Em contrapartida, os parceiros amorosos manifestam uma infinidade de queixas e obstáculos nessa história de morar juntos. Nos consultórios dos psicoterapeutas, como ditas crises amorosas são um dos principais itens que se compõem como pessoas se desestabilizem e procurem este tipo de ajuda. Há mais situações extremas de casais que fazem de seu convivio uma constante arena de agressões e desrespeito.Há alguns anos atrás cheguei a uma conclusão, e minha experiência clínica só vem constatando o fato: como relações amorosas, infelizmente, tenho semper certa dose de sadomasoquismo Ou seja, os parceiros, de um jeito ou de outro, no seu dia-a-dia, estão semper fazendo o outro sofrer.

Obviamente, concordando ou discordando, você deve estar perguntando: porque fazemos isso inevitável fenômeno da Natureza, que é o acasalamento, esta espécie de purgatório? Tenho cá minha conclusão: viver a dois é, antes de qualquer coisa, uma forma de arranjar um Cúmplice para uma estratégia, consciência e inconsciente, de cada um para participar e estar no mundo. Vejamos, é na adolescência que iniciamos essa aventura de busca ou parentes da família (uma exogamia): paqueramos daqui, paqueramos de lá, ficamos, enrolamos, alguns casos, namoramos, transamos e um belo dia vamos para debaixo de um mesmo teto. Cada um leva para uma nova casa uma carga de valores e princípios. Junto indo também como defesas e / ou estratégia para buscar seu prazer e evitar o aprendizado aprendido na infância. Não há "altar" nenhum altar, já foram estabelecidos vários encaixes e todas como possibilidades de cumplicidade. Praticamente montamos um quebra-cabeça inconsciente com peças de ambos os envolvidos e partimos iludidos para uma "nova vida" com uma fantasia de termos achado a nossa "cara metade".

Entretanto, depois de um tempo de convívio, começamos a ter raiva quando somos frustrados pelo outro, afinal não somos totalmente satisfeitos por ele. Temos de saber o que quer que seja, mas de mais ou menos, não é uma pessoa, de não adivinhar o que queremos, e quando você não sabe fazer assim mesmo.Em suma, raiva do outro ser o outro e não o que queremos ou planejamos que ele fosse. Podemos até continuar gostando, mas também há muita raiva desse outro.
Por favor, de certa forma, uma aventura de "amar alguém" nos torna cúmplices de uma "armadilha" quase inevitável: achar uma pessoa, ficar, namorar, casar e ter raiva por ela não ser exactamente como bemíamos que fosse

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